terça-feira, 10 de maio de 2011

"Eu acredito é na rapaziada..."

Tarde de sexta-feira, largo do trabalho e vou com umas amigas ao shoping Boa Vista (n gosto muito de lá, mas era onde tinha um horário legal pra sessão do filme que íamos assistir). O plano era tomar umas cervejas e ir ao cinema ver o fiasco "A garota da capa vermelha". A primeira etapa da estratégia foi cumprida com bastaaaaaaaaante êxito (hehehehehehehe) e então fomos à segunda fase, o filme.
Cinema e aparelhos celulares são coisas realmente incompatíveis. Não devemos falar ao telefone durante o filme e ele sequer deve estar ligado, a menos que esteja no perfil silencioso. Sou uma ótima seguidora e cumpridora destas regras, sempre mantenho o danado "pianinho" dentro da bolsa ou no meu colo, pra que possa senti-lo vibrar, se for o caso.
Aproveitando a deixa sobre incompatibilidades, eis outra combinação bem perigosa: umas cervejas na kbça + celular no colo + uma sala totalmente escura + uma capinha amortecedora preta que comprei pra protege-lo de eventuais "quedas". Pronto, temos a situação perfeita para a perda de um celular no cinema.
Filme encerrado, fomos ao banheiro e aí imaginem meu desespero ao perceber que o telefone não estava na bolsa!!! Mobilizei toda a equipe local e voltamos à sala- a essa altura já repleta de gente e ainda com as luzes acesas- para dar início às buscas. Tudo em vão. As lágrimas já saltavam sem que eu pudesse controla-las (presentinho do auge da TPM) e o mico era iminente...daí pensei, "tá no inferno, abraça o capeta", então me joguei de corpo e alma no choro, lembrando principalmente das fotos e vídeos de Marina. O mico estava instaurado, pra quem quisesse ver. É engraçado como uma pessoa chorando atrai a atenção e os olhares da multidão...tem um pouco de curiosidade mórbida nisso, sei lá.
Depois do fracasso nas buscas, vem o consolo dos amigos, do marido e a terrível sensação de perda. Volto pra casa e pego no sono fácil, depois de tanto desgaste emocional (#novelamexicana). Lá pelas tantas, Francisco (marido) me acorda com o telefone dele na mão, dizendo que acharam meu celular e que a mulher tava na linha querendo falar comigo!!!! Não acreditei no início, mas aí vi que realmente era verdade e que teria meu filhote outra vez nos braços!!!!
O que acontece em seguida é que resgatei meu aparelho, intacto!!!!! Isso realmente mereceu um post, já que não é uma coisa que acontece todos os dias (Mercinha, mainha e outros que me conheçam há pelo menos + de 25 anos: eu me refiro ao fato da moça ter entregue o celular e não ao fato de euzinha tê-lo perdido, tah??? ).
Hoje, eu tenho a certeza que ao generalizarmos a falta de esperança nos seres humanos, cometemos um erro. Nem tudo está perdido!!!
Bjos, queridosssssssss!!!!!!!

p.s.: Kate, esse post foi em sua homenagem!!! Obrigada por ser uma pessoa honesta e por me fazer ter alguma esperança nesse mundo loko.

Um comentário:

  1. É verdade Aninha, ainda há uma luz no fim do Túnel, são pessoas assim que nos deixam com esperança em que é possível ter um mundo melhor. Adorei teu blog! Saudades dos tempos em que almoçávamos no comeu morreu do CFCH... Temos bons que não voltam mais!!! Beijos

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